terça-feira, 4 de outubro de 2011

DEUS TE QUER SORRINDO

Deus está aqui neste momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida, seus problemas. Fale com Deus. Ele vai ajudar você! Deus te trouxe aqui. Para aliviar os seus sofrimentos. É Ele o autor da fé, Do princípio ao fim De todos seus momentos. E ainda se vier, noite traiçoeira, Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo O mundo pode até fazer você chorar Mas Deus te quer Sorrindo Seja qual for o seu problema Fale com Deus, ele vai ajudar você, Após a noite sempre vem o dia., Deus é amor, não te deixará sofrer!

Meu querido Deus

Não deixe que eu me esvazie, que me sinta triste e sem coragem. Não deixe que eu pare diante de situações difíceis... Que eu me distancie dos meus sonhos! Deus... Só o Senhor tem o poder de me iluminar, então, faça da minha vida uma claridade plena, faça que meu coração sinta a luz do amor, e que eu possa dar amor ao meu irmão sem medir esforços. Deus... Lhe peço ainda: Não me deixe parar nunca, e que minhas esperanças se renovem a cada dia! Obrigado por este dia Senhor obrigado por este ano de vida, obrigado por estar me dando esta chance de poder compartilhar com todos, Te agradeço, em nome do Seu Amado Filho, JESUS CRISTO!! Amém!!!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Um Estudo Sobre a Dor

Um Estudo Sobre a Dor

Claudia Cardamone

"Ninguém sofre, de um modo ou de outro, tão somente para resgatar o preço de
alguma coisa. Sofre-se também angariando os recursos precisos para obtê-la."
Emmanuel, do livro "Aulas da Vida".

Primeiramente vamos definir a palavra dor. De acordo com o Dicionário Aurélio, dor pode ser uma sensação desagradável, variável em intensidade e em extensão de localização, produzida pela estimulação de terminações nervosas especiais, pode ser um sofrimento moral, mágoa, pesar ou aflição, e por fim dor pode ser sinônimo de dó, compaixão e condolência. Com base no Wikipédia, a dor é uma sensação desagradável, que varia desde desconforto leve a excruciante, associada a um processo destrutivo atual ou potencial dos tecidos que se expressa através de uma reação orgânica e emocional.

Existem aspectos para a dor. A dor física é aquela que surge de um ferimento ou de uma doença, funcionando como um alarme de que há algo errado no funcionamento do corpo; se não existisse a dor, provavelmente não sobreviveríamos, porém esta dor física afeta a pessoa como um todo. A dor moral é aquela que advém do sofrimento, da emoção. A dor espiritual surge da perda de significado, sentido e esperança, ela é reconhecida quando dizemos que "dói a alma". O aconselhamento espiritual é uma das necessidades mais solicitadas pelos que estão morrendo e por seus familiares. Claro que estes três aspectos interrelacionam-se e nem sempre é fácil distinguir um do outro.

Todas as pessoas consideradas normais têm horror à dor física. Mas a dor se impõe ao homem como um instrumento necessário para que ele possa compreender e observar a lei da autopreservação. Quando a dor é maior do que conseguimos suportar, simplesmente caímos em estado inconsciente.

Um aspecto importante da dor é o aspecto mental, pois a maioria das dores físicas é exagerada pela nossa reação mental a elas. Muitas vezes, em um acidente, os pais, preocupados em amparar e proteger seus filhos, não sentem a dor de um ferimento, porém assim que suas emoções se acalmam, percebem o ferimento e sentem dor. Muitas vezes eles dizem nem terem tido tempo para pensar nisso.

Em "O Livro dos Espíritos", Capítulo VI, Parte 2ª: "257. O corpo é o instrumento da dor,
se não é sua causa primária, é pelo menos a imediata. A alma tem a percepção dessa
dor: essa percepção é o efeito. A lembrança que ela conserva pode ser muito penosa,
mas não pode implicar ação física. Com efeito, o frio e o calor não podem desorganizar
os tecidos da alma; a alma não pode regelar-se nem queimar. Não vemos, todos os dias,
a lembrança ou a preocupação de um mal físico produzir os seus efeitos? E até
mesmo ocasionar a morte? Todos sabem que as pessoas que sofreram amputações
sentem dor no membro que não mais existe. Seguramente não é esse membro a sede,
nem o ponto de partida da dor: o cérebro conservou a impressão, eis tudo.
Podemos, portanto, supor que há qualquer coisa de semelhante nos sofrimentos
dos Espíritos depois da morte (...)"

"O perispírito é o liame que une o Espírito à matéria do corpo; é tomado do meio ambiente,
do fluido universal; contém ao mesmo tempo eletricidade, fluido magnético e, até
certo ponto, a própria matéria inerte (...) É também o agente das sensações externas.
No corpo, estas sensações estão localizadas nos órgãos que lhes servem de
canais. Destruído o corpo, as sensações se tornam generalizadas. Eis porque o Espírito
não diz que sofre mais da cabeça que dos pés (...) Liberto do corpo, o Espírito pode
sofrer, mas esse sofrimento não é o mesmo do corpo; não obstante, não é também
um sofrimento exclusivamente moral, como o remorso, pois ele se queixa de frio ou de
calor (...) A dor que sente não é dor física propriamente dita: é um vago sentimento
interior, de que o próprio espírito nem sempre tem perfeita consciência, porque a dor
não está localizada e não é produzida por agentes exteriores; é, antes, uma
lembrança também penosa (...)".

Um espírito já desencarnado pode acreditar estar sentindo dor, pois sua mente ainda mantém a percepção desta dor. Ele não sente uma dor física, pois esta dor é inerente ao corpo, que já não existe mais, mas por estar muito apegado à matéria e acreditar que possui um corpo, sua mente "percebe" a dor.

Desde o século passado, a ciência já conhece quais os neurônios envolvidos na percepção da dor, mas o mais importante é o processo mental que irá interpretar esta dor. Ou seja, a forma como é expressa esta dor está fortemente ligada à cultura, à personalidade, às experiências anteriores, à memória e ao ambiente do indivíduo. Desta forma, podemos concluir que a dor é um processo mental interpretativo, não passa de uma opinião pessoal. Sem dúvida é uma sensação em uma ou mais partes do organismo, mas sempre é desagradável, e, portanto, representa uma experiência emocional. Estamos diante de um fenômeno dual, de um lado a percepção da sensação e de outro a resposta emocional do indivíduo a ela. Assim, nem sempre quem está sentindo dor está sofrendo. O sofrimento é uma questão subjetiva e está mais ligada à moral da pessoa. Nem toda dor leva ao sofrimento e nem todo sofrimento requer a presença de dor física. A dor sempre representa um estado psicológico, muito embora saibamos que a dor na maioria das vezes apresenta uma causa física imediata.

Já dizia Emmanuel: "Toda dor física é um fenômeno, enquanto que a dor moral é essência." (O Consolador, Francisco Cândido Xavier).

Muitas vezes esta dor, que no plano biológico é como uma advertência de utilidade incontestável, repercute na vida psicológica do indivíduo, extrapolando esta utilidade biológica e dependendo da sua intensidade poderá assumir dimensões tais que gerariam um desejo de se eliminar a própria vida. Na verdade, não é uma verdadeira vontade de eliminar a vida, mas um desejo de pôr fim a uma dor interpretada como intolerável.

A Psicologia já vem afirmando algo nesta direção; diz esta ciência que dar significado à condição sofrida freqüentemente reduz ou mesmo elimina o sofrimento a ela associado. A transcendência seria provavelmente a forma mais poderosa na qual alguém pode ter sua integridade restaurada.

Desde que renascemos, até a desencarnação, estamos sempre diante da dor e do sofrimento. A Doutrina Espírita não faz apologia da dor, apenas nos esclarece o porquê da dor.

"É necessário sofrer para adquirir e conquistar. Aqueles que não sofreram, mal podem compreender estas coisas." (Léon Denis, Cap. XXVI do livro "O Problema do Ser, do Destino e da Dor").

Fonte: www.espiritismo.net

sábado, 31 de julho de 2010

Espa�o da Guta

Espa�o da Guta
Eu sempre menciono esse texto para me referir que: "não importa o que aconteça, tudo segue seu rumo..." e foi muito bem comentado por Sandra, do Recanto das Letras. Visite-o no endereço abaixo.

Segue o link:
http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/1002376